2.5.07

Poema de Verão

Satânicos são os meus pensamentos a teu respeito e ardente é o meu desejo de te apertar nas minhas mãos, numa sede de vingança incontrolável pelo que fizeste ontem.
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A noite era quente e calma e eu estava na cama quando, sorrateiramente, te aproximaste. Encostaste o teu corpo sem roupa no meu corpo nu, sem o mínimo pudor. Percebendo minha aparente indiferença, aconchegaste-te a mim e mordeste-me sem escrúpulos até nos lugares mais íntimos. Eu adormeci.
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Hoje, quando acordei, procurei-te numa ânsia ardente, mas em vão. Deixaste no meu corpo e no lençol provas irrefutáveis do que entre nós ocorreu durante a noite. Esta noite vou recolher-me mais cedo para te esperar. Quando chegares, quero agarrar-te com avidez. Quero apertar-te com toda a força das minhas mãos. Não haverá parte do teu corpo em que os meus dedos não passem. Só descansarei quando vir sair sangue quente do teu corpo. Só assim, me livrarei de ti­... Mosquito filho da puta.....!!!

2 comentários:

Cláudia disse...

AH!AH!AH! Belo poema :)

Anónimo disse...

aiiiii, era mosquito?????
lololol:))))))