A minha núvem
O indesmentível
Um sonho chamado Matilde
A última sopa
E Deus criou a mulher
Leão da Estrela
Nothing and All

Tirou a carta na Escola de Condução de Tábua e fez o estágio no Sabugueiro. A Rede de Expressos e a Carris estão a fazer tudo para conseguir contrarar este motorista antes do final da época de transferências.
Estou a tentar seguir as indicações da Ministra da Saúde e deste video. Faz parte das regras de etiqueta, mas não é nada prático. Com aquele gesto de cotovelo em riste, receio ser confundido com o Bruno Alves. Então se me der para espirrar dentro do 28 em hora de ponta, sou logo admoestado com o vermelho directo pelo motorista da carris.
É Argelino, tem apenas 6 anos, e poderá ser um novo craque de futuro. Isto se for bem acompanhado e perceber que o futebol é um desporto colectivo.
Há já algum tempo que sigo este excelente grupo, mesmo antes de ser conhecido do grande público. Hoje tive oportunidade de ouvir os Deolinda aqui em Viseu, no dia seguinte à presença no Festival Delta Tejo. O Pavilhão Multiusos estava repleto e as pessoas vibraram com a "Canção ao lado". Duas guitarras classicas, um contrabaixo e a voz sublime da Ana Bacalhau. Pensei para mim, como é possível? A geração do iPod está a vibrar com o fado?
Quem é que se lembra do mIRC? Para quem não sabe, foi um dos primeiros canais de conversação online, criado há cerca de 14 anos. Também fui um dos utilizadores frequentes, corria o ano de 1999. A febre deve ter durado cerca de 1 ano e passou. Se calhar tive receio do bug do milénio. Actualmente, quase não uso o messenger e tenho resistido ao famoso Twitter. Resta-me a blogosfera, vamos ver até quando.
O título deste post não se refere à continuidade de Quique Flores. Vamos esquecer o futebol e elevar a mente para causas espirituais. Refiro-me a um projecto musical do início da década de 90, intitulado Enigma. Foi algo arrojado para a época, com um som muito peculiar, pois misturava Cantos Gregorianos com batidas sensuais. Aliás, atrevo-me a dizer que não houve DJ (ou MD - mete discos) que não tenha passado este tema nas discotecas. Estou certo que o chill out teve aqui a sua génese. Hoje podia muito bem ser a banda sonora de Anjos e Demónios. Quem se lembra disto?
Esta entrevista de Manuela Moura Guedes é um exemplo de algum jornalismo que se faz em Portugal. Finalmente alguém teve coragem de dizer na cara, aquilo que muitos de nós pensam. Não vi a entrevista toda em directo, mas suspeitei que não iria acabar bem, como acabou por acontecer. Manuela Moura Guedes não é o melhor exemplo de imparcialiade no jornalismo, muito pelo contrário. Usa e abusa de uma ironia mordaz. No entanto, é esposa do director da TVI. Como tal, suspeito que este video saia do youtube brevemente.

